
A CNI (Confederação Nacional da Indústria) fez um estudo que mostra que a tarifa enfrentada pelo Brasil é a terceira maior entre 18 países analisados. A Indústria defende avanço na agenda de acordos comerciais, com destaque para o tratado Mercosul-UE.
O estudo “Barreiras tarifárias enfrentadas pelas exportações brasileiras: uma comparação internacional”, mostra que as exportações brasileiras estão sujeitas a tarifas de importação que custam, em média, o dobro das aplicadas a países com características geográficas e econômicas semelhantes às do Brasil. A informação é da Agência de Notícias da CNI.
A tarifa média de importação aplicada aos produtos brasileiros no exterior é de 4,6%, enquanto na média dos demais países analisados pelo estudo é de 2,3%.
Para especialistas, os dados sugerem que o Brasil precisa avançar na agenda de acordos comerciais, bilaterais ou multilaterais, de modo a reduzir essas altas barreiras tarifárias. Além de concluir acordo entre o Mercosul e a União Europeia, com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA) e avançar nas negociações com Canadá, países da América Central, México, Reino Unido e África do Sul; e defender uma agenda de diálogo com os Estados Unidos. Esses seriam os principais parceiros, pois representam maior oportunidade de comércio em bens de alto valor agregado, serviços e investimentos.
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